sexta-feira, 2 de maio de 2008

alegria desracionalizada.

Em 3 minutos de uma tranquilidade alcalina, consigo o lampejo da teórica sabedoria. Em caixas de holywood e carlton, absorvo uma retórica, mas constante, vontade de viver. haurir, tragar e expirar essa inquietude sorumbática, que no futuro me trará a incapacidade de retornar a vida o oxigênio carnonado dos vegetais, me garantem a certeza de uma morte prematura.
Se isso é bom ou ruim, certo ou errado pouco me importa. Eu quero agiur, quero viver. As consequências são meros fatos de um futuro que tomarei consciência somente quando ele se tornar presente.
A minha carência, quando a controlo me torna forte. E esta mesma força é capaz de tornar-me carente num piscar de olhos.
TSC...
Em 5 segundos de um prazer orgásmico, o cansaço infere sobre meu corpo, uma alegria desracionalizada.

sábado, 26 de abril de 2008

O novo

Quero chorar
Por ser algo que já não faço a bastante tempo.
Preciso de um novo para manter-me alegre,
É fundamental um novo sentimento.

A noite gera insônia
E o tempo leva dispersão.
A carência traz desejos
E os sentimentos, emoção.

A solidão não me traz consolo
E as companhias também não.
Já não desejos copos nem caretas
Nem doideras que me tornem malsão.

Já não ajo com certeza
E não sinto lógica em meu ser,
Não compreendo meus sentimentos
E o meu morrer no viver.

domingo, 20 de abril de 2008

Idílio

Sou etreno solitário
Procurando rimas aonde não existe
Sempre escrevendo, sou alegre
Quando deveria estar triste.

Sempre procurando algo
Que valha a pena:
Um idílio, uma droga
Qualque coisa que se assemelhe a um poema.

Viver é algo tão mundano
Tão terra, fogo, água e ar.
Que faz isso tudo tão estranho
E é por isso que quero só viver,
Sentir e não pensar.

É algo tão engraçado
Que me faz viver e observar
Ser um inteiro despedaçado
Uma lua refletida no mar...

21/04/008 2:07

Pedro Alves


edro alves